O projeto nasceu de uma situação alarmante: a recente aprovação da Lei 14.987/25, que proíbe o atendimento de bebês reborn em hospitais públicos sob pena de multa de até R$30.000. Diante disso, percebemos que milhares de pais de prole neonatamodular plástica ficaram desamparados, sem acesso a diagnósticos ou suporte emocional diante de quadros clínicos estéticos fictícios.
Inspirados pela ausência total de necessidade prática e pela urgência psicológica de uma minoria extremamente específica, criamos uma plataforma de triagem rebornológica automatizada que utiliza inteligência artificial (e, em alguns casos, inteligência humana disfarçada de IA) para oferecer diagnósticos clínicos simulados com base na foto do bebê reborn enviado.
Durante o desenvolvimento, aprendemos que é possível aplicar tecnologias avançadas em problemas absolutamente irrelevantes, e mesmo assim despertar empatia, risos e, quem sabe, algum investimento de risco. Utilizamos Next.js no frontend, Zustand para gerenciamento de estado e optamos por uma arquitetura simples com dois planos: Básico com IA e Pro com HI (Human Intelligence via WhatsApp).
Entre os principais desafios, destacamos:
- Lidar com a feiúra extrema de alguns bebês reborn, que comprometia o modelo de IA. -Escrever diagnósticos que parecessem médicos, mas sem infringir nenhuma lei de exercício ilegal da medicina. -Manter a seriedade em um projeto absolutamente inútil, mas genial.
Acreditamos que essa solução pode transformar a forma como a sociedade trata brinquedos com aparência de gente e abrir espaço para um novo mercado: a medicina estética simulada de brinquedos.
Built With
- aisdk
- nextjs
- openai
- typescript
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